Leonardo Martins - Mentalista

sábado, 22 de dezembro de 2012

Como ler a linguagem corporal de Negócios como um Profissional

Dicas de linguagem corporal ocorrem no que é chamado de um "cluster" - um grupo de movimentos, posturas e ações que reforçam um ponto comum. Um gesto simples pode ter vários significados, ou não significar nada.


Por Carol Kinsey Goman
Para Forbes

Você acabou de terminar sua apresentação, e percebe que seu chefe cruzou os braços sobre o peito. Sua sensação é que ele é resistente às suas idéias.

Você pede a uma colega para vir a sua reunião, e ela sorri em resposta. Você sabe que ela está feliz em participar.

Você está negociando com um fornecedor cuja expressão de perplexidade é congruente com sua declaração de que ele não percebeu que a cláusula estava no contrato. Você assume que ele está sendo honesto.

Você pode estar certo.

Ou você pode estar cometendo um erro comum sobre linguagem do corpo e lendo muito em um sinal não-verbal.

Dicas de linguagem corporal ocorrem no que é chamado de um "cluster" - um grupo de movimentos, posturas e ações que reforçam um ponto comum. Um gesto simples pode ter vários significados, ou não significar nada.

Prós linguagem corporal sabem que o comportamento geral de uma pessoa é muito mais revelador do que qualquer gesto único. A dica de leitura da linguagem corporal como um profissional é notar o primeiro sinal, mas esperar para confirmar com pistas antes de atribuir significado ao que você vê.

Seu chefe pode cruzar os braços por várias razões, mas quando o gesto é acoplado com uma careta, e se ele se afasta ou gira seu torso para longe de você, você tem um quadro composto e reforço a concluir que ele é resistente ao que você acaba de propor.

Um sorriso é a expressão mais usada para mascarar outras exposições emocionais (raiva, surpresa, nojo e desprezo), de modo que a vontade do seu colega para participar da reunião é mais convincente se ela também acena com a cabeça e se inclina ligeiramente para você.

O fornecedor é mais provável que ele esteja sendo sincero se a sua expressão facial é acoplada com as mãos abertas na altura do peito, palmas para cima, e os ombros ligeiramente levantados.

Tente isto: Conte até três. Ou seja, abster-se de assumir que qualquer gesto tem um significado particular até ver dois gestos corroborando que reforçam essa mesma mensagem.

Fonte: Forbes
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Pensar cansa. Mesmo!

Cientistas provam que cansaço mental não é desculpa de gente preguiçosa


Super Interessante

Sabe quando você está estudando ou trabalhando e precisa dar uma paradinha para descansar? Não se sinta culpado. Existe uma explicação científica para isso.

A psicóloga Katlen Vohs, da Universidade de Minnesota, chamou dois grupos de estudantes para uma série de testes de raciocínio – como prêmio, ambos iriam ganhar um pequeno brinde. Só que o segundo grupo teve o privilégio de escolher esse brinde num catálogo, antes de começar.

Parece uma bobagem, mas causou efeitos profundos: os voluntários do segundo grupo cometeram mais erros e desistiram mais rápido. Tudo porque, segundo uma nova teoria, o cérebro tem uma capacidade limitada de tomar decisões, que vai sendo gasta ao longo do dia – até chegar a um ponto em que a mente precisa parar, e ficar em repouso, para recuperar o desempenho original. É a mesma coisa que acontece com os músculos durante um exercício físico. “Ainda não sabemos dizer qual parte do cérebro se cansa, nem quanto tempo ele pode pensar antes de se cansar”, diz o psicólogo Natham Novemsky, da Universidade Yale.

Mas os cientistas já descobriram algumas coisas que aumentam a resistência da cachola. E ter um cérebro malhado também pode ajudar a evitar situações embaraçosas. Durante os testes, os pesquisadores prepararam um suco bem ruim, com gotas de vinagre, e o deixaram em cima da mesa enquanto entrevistavam os voluntários. As pessoas que foram expostas a situações de cansaço mental beberam mais – com a mente exausta, nem prestaram atenção no que estavam tomando.

3 dicas para dar mais fôlego ao seu cérebro

1. Coma sem culpa

Cientistas americanos descobriram que, quando as pessoas não comem o que querem (para fazer dieta, por exemplo), o cérebro fica frustrado – e desiste 50% mais rápido de tarefas difíceis.

2. Solte as emoções

Dois grupos de voluntários foram chamados para assistir a uma comédia – e depois fizeram uma prova de inglês. O grupo que foi proibido de rir teve um desempenho 33% pior.

3. Acredite no seu taco

Pessoas mais auto-confiantes, que tomam decisões mais rápido, conseguem pensar por até 40% mais tempo.

(Matéria da revista “Super Interessante” – dezembro/2008)

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Mentalista usa hipnose em campanha da Diesel

O Mentalista Anthony Jacquin foi contrado para fazer uma campanha da Diesel. Sua misão: transformar modelos em crianças de 5 anos através da hipnose.


Feriados são uma grande oportunidade para marcas de moda fazerem algumas coisas interessantes para promover os seus produtos, mas a Diesel (em uma espécie de movimento que lembra nossos tempos de infância) vai para o reino dos céus com esta campanha on-line hipnotizante. Um elenco de modelos que foram transformados aos cinco anos de idade através de o poder da hipnotise.

A marca trabalhou com a agência de Amsterdã SuperHeroes. A idéia foi transformar os modelos em criancinhas deslumbradas com uma pilha de presentes da nova série da Diesel.


Anthony Jacquin, na minha opnião, é um dos 10 melhores mentalistas do mundo, e muito gente boa como pessoa. O resultado do seu trabalho nesta campanha pode ser visto no vídeo abaixo.


Confira outros episódios desta campanha em: Diesel
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Daniel Kahneman - O enigma da experiência x memória


Com exemplos que vão desde férias até colonoscopias, o vencedor do prêmio Nobel e fundador da economia comportamental Daniel Kahneman revela como nossas duas individualidades, o "eu da experiência" e o "eu das lembranças" percebem a felicidade de forma diferente.



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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Tetraplégica controla braço robótico com a mente de 'forma inédita'

Um braço robótico já pode ser controlado pelo pensamento de forma "sem precedentes", de acordo com um estudo publicado pela revista médica The Lancet.


Por James Gallagher
Para BBC News

Jan Scheuermann, de 53 anos, paralisada do pescoço para baixo, foi capaz de mover com destreza um braço mecânico, segurando objetos como se eles fossem movidos por sua própria mão biológica.

Implantes cerebrais foram usados na paciente para controlar o braço robótico, e o resultado foi avaliado por especialistas como "uma conquista extraordinária". Jan foi diagnosticada com degeneração espinocerebelar 13 anos atrás e foi perdendo o controle de seu corpo progressivamente. Ela não consegue mais mover seus braços e pernas.

Ela recebeu o implante de dois sensores - cada um de 4mm x 4mm - no córtex do cérebro. Uma centena de pequenas agulhas em cada sensor percebe a atividade elétrica de 200 células cerebrais.

Comandos


Os neurônios se comunicam entre si através de pulsos, diz o professor Andrew Schwart, da Universidade de Pittsburgh.

Essas vibrações elétricas no cérebro são então traduzidas em comandos para mover o braço - dobrar na altura do cotovelo, rotar e agarrar um objeto, por exemplo.

Jan foi capaz de controlar o braço logo no segundo dia de treinamento; ao longo de 14 semanas, foi aperfeiçoando essa habilidade.

Segundo o estudo médico, ela adquiriu "coordenação, habilidade e velocidade quase similares às de uma pessoa de corpo não deficiente".

Schwartz contou à BBC que movimentos tão precisos nunca haviam sido observados antes.

"São (movimentos) fluidos e muito melhores do que o que se havia demonstrado antes", afirmou. "Acho que isso é uma prova convincente de que essa tecnologia (se converterá em uma terapia) para pessoas com lesões na espinha dorsal."

Para Schwartz, a nova tecnologia já permite que essas pessoas realizem tarefas diárias.

Tecnologia em casa


As técnicas que apostam no poder de um cérebro saudável para superar um corpo danificado têm avançado rapidamente.

No início deste ano, um estudo apontou que uma mulher conseguiu usar um braço robótico para servir-se de uma bebida pela primeira vez em 15 anos desde que sofreu um derrame.

Nos dois estudos, porém, os resultados foram obtidos em laboratório - ou seja, a tecnologia ainda não foi aplicada em suas casas.

Agora, pesquisadores tentam acoplar o braço mecânico à cadeira de rodas de Jan, para que ela possa usá-lo em sua vida cotidiana.

Também há tentativas de dar sensações ao membro artificial, para que seu portador volte a experimentar o sentido de toque.

Para os pesquisadores Gregoire Courtine, Silvesto Micera, Jack DiGiovanna e José del Millan, o controle do braço retratado no estudo é uma conquista "tecnológica e biomédica incrível".

Eles acrescentam que tecnologia do membro mecânico está chegando perto do ponto em que "poderá, em breve, se tornar um modelo revolucionário de tratamento" para portadores de paralisias.

Fonte: BBC Brasil

Para quem quiser saber mais: abaixo, vídeo (em Inglês de 9:16 minutos)



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