Leonardo Martins - Mentalista

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quinta-feira, 27 de março de 2014

Felicidade e sofrimento

Como mentalista, meu objetivo é mudar a percepção da realidade das pessoas como forma de entretenimento. Para isso, eu estudo como mudar a percepção das pessoas principalmente no aspecto psicológico.

Uma preocupação minha é sobre a felicidade e o sofrimento. Mas o que é a felicidade e o que é o sofrimento? Como ser mais feliz e como viver com menos sofrimento?

Segue abaixo uma performance do francês Philippe Genty na mágica do britânico Paul Daniels.

O vídeo é triste, mas só há um jeito de viver sem sofrimento algum: é não viver.



Por que toda mágica é uma metáfora da vida.

Acho que a chave para a mudança do nosso humor (e com isso a descoberta dos momentos felizes em nossas vidas) é a mudança de pensamento através de uma nova percepção de vida.

Os pensamentos ajudam a definir qual estado de humor experimentamos em determinada situação. 
Uma vez estando presente um determinado humor, este é acompanhado de pensamentos adicionais que apoiam e fortalecem esse humor. 
É um circuito que se auto-alimenta.

É assim que funciona na hipnose, porque é assim que funciona a nossa mente.

Um bom exemplo é mudar a nossa leitura sobre eventos que acontecem conosco.

Até mesmo a ansiedade por ser transformada em aliada.

Aqui vai uma excelente palestra de Kelly McGonigal sobre como o estresse e pode ser transformado em algo positivo em nossas vidas.



(Acho que teria que escrever um post inteiro sobre sobre hipnose para mostrar como isso é verdadeiro em tantos níveis.) mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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sexta-feira, 21 de março de 2014

A Ilusão do Movimento

Neurocientistas podem explicar como muitas ilusões ópticas funcionam, mas a ilusão de movimento é um pouco mais complexa. A teoria afirma que, movimentos curtos e rápidos do olho chamado "sacadas" podem influenciar a forma como o cérebro percebe o que é importante e o que não é.

Devido à maneira como as formas geométricas são organizadas, o olho se move um pouco (alguns dos movimentos são microscópicos) para entender a imagem inteira, e o foco está constantemente mudando. Com as mudanças no olhar, diferentes neurônios são ativados, e a imagem parece estar se movendo.


Neurocientistas esperam usar as informações obtidas a partir desses estudos para estudar como o cérebro processa essas ilusões, a fim de ajudar a desenvolver uma prótese neural para aqueles que sofreram danos cerebrais e precisam de ajuda com a percepção do movimento.


Imagem: Beau Deeley http://bit.ly/OqptRt mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Já se imaginou no corpo de outra pessoa?

Como seria perceber o mundo como outra pessoa?
Seria mais fácil entendermos o outro?
Ou a nós mesmos?



A instalação artística The Machine to Be Another, por meio da realidade virtual, realiza diversas experiências tecnológicas.

Com o acessório Oculus Rift – promete o início do que seria trocar de corpo com outra pessoa.


THE MACHINE TO BE ANOTHER é uma investigação artística Open Source com o objetivo de estudar a relação de identidade e empatia.

Desenvolvida com baixo orçamento, os experimentos utilizam a incorporação de extensões e realidade virtual.


Concebido como uma instalação interativa, permite ao usuário interagir com a história de vida de outra pessoa, como que por transmissão de pensamento.

O artista é alguém interessado em compartilhar uma história de sua vida. Esse papel pode ser assumido por um ator interpretando um papel ou uma pessoa qualquer contando uma situação real. As histórias contadas são vivenciadas pela outra pessoa.


SET UP: 

  • 2 displays de cabeça wireless 
  • Fones de ouvido wireless para o usuário
  • 2 celulares usados como bússolas que determinam a posição do usuário e controla em tempo real a posição de 2 servo-mecanismos que são conectados a uma câmera com o ponto de vista do artista. 
  • 3 webcams com grande angular  (2 para o usuário, 1 para o artista)
  • 2 computadores 
  • Roteador local 
  • Programado em: Pure Data, Max MSP e OSC mobile apps (GyrOsc e Osc). 

Fonte: The Machine to be another mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Paralisia do Sono


Quadro de John Henry Fuseli - The Nightmare (1781)

A Paralisia do Sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer.

Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover.

Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações hipnagógicas.

Algumas vezes, a paralisia do sono é vista pela pessoa afligida como nada mais do que um sonho. São relatos de sonhos nos quais as pessoas se vêem deitadas na cama e incapazes de se mover.

Outras vezes, as alucinações que podem acompanhar a paralisia do sono faz com que algumas pessoas tenham sua percepção alterada e veja objetos e formas completamente fantasiosos no quarto em meio a objetos normais. Esse fenômeno explica alguns casos de relatos de abdução por alienígenas, sensações de saída do corpo, e a comum visão de demônios sobre o peito (tudo depende das crenças pessoais).

Segue um excelente vídeo da Nerdologia que explica bem o fenômeno:

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Percepção e Imaginação

Quando você olha para a imagem de uma maçã no monitor do seu computador...


A maçã existe em dois lugares: no monitor e no seu cérebro. A percepção designa o ato pelo qual tomamos conhecimento de um objeto do meio exterior. Se você fechar os olhos e imaginar uma maçã, existe uma maçã, mas em um só lugar - em seu cérebro.

É útil ter palavras para descrever as várias maças. A maçã que está no mundo vamos chamar de maçã do mundo real (real-world-object).

A maçã que está no cérebro tem dois nomes que são ligeiramente diferentes:

Um deles é o "modelo mental" (mental model) , que é a identificação de um objeto em sua mente.

O segundo é o "conjunto de células" (cell assembly), que é como muitos neurocientistas pensam em bases biológicas de um conceito ou ideia.

Um conjunto de células é um conjunto de neurônios que, quando ativado como um grupo, provoca um correspondente modelo mental de uma percepção consciente.

Este conceito de conjunto de células não está ainda provado, é uma hipótese. Embora ninguém jamais viu ou demonstrou um conjunto de célula , as evidências estão se acumulando.

Talvez o argumento mais forte sobre a existência do conjuntos de células seja as gravações de neurônios individuais em animais e humanos. Vamos imaginar que somos capazes de gravar os dados a partir de todos os neurônios do cérebro de alguém . Quando a pessoa vê ou imagina uma maçã, todos os neurônios no conjunto de células "maçã " ficam ligados (têm uma alta taxa de potencial de ação), enquanto outros neurônios estão desligados. Se um objeto diferente é visto ou imaginado, um conjunto de células diferentes é ativado. Este experimento é impossível com a tecnologia atual, uma vez que, no máximo, cerca de 100 neurônios podem ser gravados ao mesmo tempo. Podemos, no entanto, gravar até cerca de 100 neurônios em um momento com pessoas ou animais em experimentos.

Aqui está o que o modelo conjunto de célula prevê durante a gravação de um número limitado de neurônios: Durante a apresentação da maioria dos estímulos, todos os neurônios registrados permanecerão quietos. Em algumas ocasiões, um estímulo particular irá "ligar" um dos neurônios. O neurônio que é ativado será ativado sempre que o sujeito vê o mesmo objeto, mas não outros objetos. O neurônio também será acionado quando o sujeito pensar no objeto .

 Este experimento foi realizado por um grupo de cientistas da UCLA e foi publicado em 2009 na revista Science. Dezenas de neurônios foram gravados simultaneamente em pacientes à espera de uma neurocirurgia. O experimento consistiu em mostrar ao sujeito pesquisado uma gama de clipes de vídeo . Alguns dos neurônios (cerca de 10 %) se "ligaram" de uma forma confiável a algumas partes dos videoclipes. Na primeira parte do experimento, era mostrado ao paciente uma série de clipes de vídeo, para ver se algum dos neurônios "era ligado". Na segunda parte do experimento, os pacientes foram convidados a recordar de memória qualquer um dos clips de vídeo que tinham visto e dizer o nome quando se lembrava deles.

O vídeo abaixo, mostra os resultados de um único neurônio, em ambas as partes do experimento . Você ouve um "pop" para cada potencial de ação. O traço branco de rolagem é um gráfico de taxa de disparo do neurônio. Este neurônio é ativado seletivamente por um vídeo de "Os Simpsons" . O primeiro de 3/4 de vídeo (até 01:35 ) é correspondente a primeira parte do experimento, quando uma série de clipes de vídeo é mostrada. O segmento seguinte, a partir de 1:35 até o final, é da segunda parte do experimento, quando o sujeito foi convidado a recordar os clipes que ele tinha visto. Você pode ver que este neurônio é altamente seletivo para "Os Simpsons", em ambas as partes do experimento.



Embora esse resultado seja precisamente o que o modelo conjunto de células prevê, não é uma prova de que a hipótese do modelo conjunto de células esteja correta.

As noções de conjuntos de células e modelos mentais são simplificações de processos muito complexos. No entanto, alguns neurocientistas sentem que capturam a essência da percepção e da imaginação. Estes são os primeiros passos na compreensão de como o cérebro funciona. Enquanto estes experimentos apoiam estas concepções, eles não são conclusivos. Nós ainda não entendemos a experiência subjetiva da consciência. Embora a ativação de um conjunto de células leva à percepção consciente, não temos ideia de como isso acontece.

Fonte: BrainFacts mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Cães fazem cocô alinha do com campo magnético da Terra


Pesquisadores da Universade Tcheca de Ciências Naturais divulgaram um estudo que relaciona cães ao campo magnético da Terra. De acordo com a pesquisa, os cachorros são sensíveis a pequenas variações no campo, fazendo cocô com o corpo alinhado ao eixo Norte-Sul quando há poucas variações no magnetismo.

O estudo foi publicado pela Frontiers in Zoology, e os resultados ainda mostram que a situação é bem diferente quando o campo está instável. Os animais perdem o senso de direção quando tempestades solares, por exemplo, atingem o planeta – e as fezes saem desalinhadas.

Para chegar a isso, os cientistas analisaram o comportamento de 70 cachorros de 37 raças diferentes durante dois anos. Foram 1.893 análises de defecação e 5.582 de urinação, e todos os dados foram “organizados de acordo com as condições geomagnéticas predominantes durante os respectivos períodos de amostragem”.

Esta é a primeira vez em que a sensibilidade magnética dos cães é de fato provada. Além disso, a alta sensibilidade a mudanças na polaridade terrestre nunca havia sido identificada como “biologicamente significativa” antes. Agora, sabe-se pelo menos que elas afetam o senso de direção dos cachorros – e futuros estudos podem revelar muito mais.

Fora essas conclusões, todo o processo ainda rendeu descobertas mais interessantes do que a “mera relação” de um mamífero com o campo magnético. Os pesquisadores também perceberam que o magnetismo da Terra está calmo em “apenas durante cerca de 20% do período do dia com luz do sol”. Com isso, os achados podem dar uma “explicação do porquê de tantos experimentos relacionados à recepção magnética serem tão difíceis de replicar”, dizem no artigo.

O estudo completo, em inglês e PDF, pode ser lido aqui. Ele traz as tabelas com os dados de observações de cada cachorro participante da pesquisa.

Fonte: Info Exame

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A Cegueira da Mudança

Nós vemos o que estamos preparados para ver



É psicologicamente que construímos nossa realidade.

Nossa realidade é afetada pelo que nós vemos, pelo que queremos ver, e nossas expectativas.



Assista ao experimento abaixo:


Apesar da gritante diferença física e roupas, 70% das pessoas não notaram a mudança de recepcionistas.

A Cegueira da Mudança: Nós deixamos de perceber grandes mudanças que ocorrem em nossa frente por focar em coisas específicas.


A propósito: O "10 de Ouros" da foto deveria ser vermelho.


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sábado, 14 de setembro de 2013

Metrônomos Acoplados

Assista a 32 metrônomos dessincronizados entrarem em sincronia em questão de minutos.


Se você colocar 32 metrônomos sobre uma superfície estática, e configurá-los para balançar fora de fase um com o outro, eles vão permanecer assim "indefinidamente".

Coloque-as sobre uma superfície móvel, no entanto, e uma coisa muito interessante (e hipnotizante) acontece.



Os metrônomos neste vídeo perdem energia com o tempo. A energia que vem do movimento de um metrônomo afeta o movimento de cada metrônomo em torno dele, enquanto o movimento de todos os outros metrônomos afetam o movimento do nosso metrônomo de volta. Toda essa "comunicação" inter-metranomos é facilitada pela superfície, que serve como meio de troca energética entre todos os metrônomos. Os metrônomos neste vídeo (se você quiser falar de maneira mais técnica: osciladores) estão "acoplados".

A Física e Matemática de osciladores são realmente relevantes para uma variedade de fenômenos físicos, incluindo a transferência de energia por som e condutividade térmica. Para uma explicação mais detalhada de como isso funciona, e como criar o seu próprio experimento, veja este excelente vídeo do físico de Matéria Condensada, Adam Milcovich.

Fonte: io9 mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Por que as mulheres se lembram melhor do rosto das pessoas?

Um estudo de um grupo de cientistas baseados no Canadá apontou que as mulheres podem ter memória superior aos homens quando se trata de reconhecer rostos e ligar fisionomias às pessoas certas.


O motivo, segundo os pesquisadores, é que a mulheres prestam mais atenção às feições das pessoas com quem estão falando.

"A maneira com que dirigimos nosso olhar a um rosto novo afeta nossa capacidade de reconhecer este indivíduo depois", diz a cientista Jennifer Heisz, da Universidade de McMaster, coautora do estudo, ao lado dos psicólogos David Shore e Molly Pottruff.

"Tanto os homens como as mulheres se fixam nos olhos, no nariz e na boca", afirmou Heisz à BBC Mundo. "A diferença está no número de vezes que nos fixamos em cada um destes traços: dentro de um limite de tempo concreto, de cinco segundos, as mulheres fazem mais movimentos com os olhos examinando um novo rosto do que os homens."

Estudo canadense aponta diferenças entre os mecanismos de memória de homens e mulheres

Esta diferença quanto ao tipo de olhar gera depois uma "memória superior" entre as mulheres, que, de acordo com os cientistas, se tornou evidente quando os participantes de um experimento voltaram a se encontrar com as mesmas pessoas que tinham conhecido anteriormente.

"Nossos resultados apontam novos conhecimentos sobre os potenciais mecanismos da memória episódica e sobre as diferenças entre os sexos", acrescenta Heisz.

A memória episódica se relaciona a eventos autobiográficos, que podem ser acionados, e é diferente de outros tipos de memória, como a semântica ou empírica.

Padrões do inconsciente


Os cientistas analisaram o padrão de visão e reconhecimento facial de 40 homens e 40 mulheres, utilizando uma tecnologia que rastreia o movimento dos olhos. Assim, foi possível registrar para onde os participantes estavam olhando enquanto eram confrontados com os rostos de pessoas selecionadas de forma aleatória em uma tela de computador. Eles tinham que lembrar do nome associado a cada rosto.

"Descobrimos que as mulheres se fixam nos traços faciais muito mais do que os homens, porém, esta estratégia funciona completamente à margem da nossa consciência", afirma Heisz. "Os indivíduos normalmente não sabem em que fixam seus olhos, de forma que tudo é inconsciente."

A equipe, no entanto, não sabe ainda a que se devem estas diferenças de mecanismos entre os dois sexos. "Poderia ser porque as mulheres estão mais interessadas na interação social, mas isso é pura especulação, há se que investigar mais", diz a cientista.

Diferenças


Outro estudo recente sobre o tema, realizado no Brooklyn College e publicado em setembro de 2012, concluiu que os olhos dos homens são mais sensíveis aos pequenos detalhes e aos objetos que se movem em alta velocidade, enquanto os das mulheres são melhores para distinguir cores.

Heisz diz que aí pode estar uma "conexão interessante". "Os resultados atuais mostram que os homens perdem mais tempo em um ponto, ao invés de fazer um rastreamento de todo o rosto", afirma.

"Isso poderia significar que estão se concentrando em alguns detalhes, mas esta maneira de olhar não leva a uma boa representação mental do rosto para a memória."

Uma das principais inferências deste estudo, diz a cientista, é que todos nós podemos aprender a rastrear melhor as feições e potencialmente desenvolver uma memória melhor, algo que pode ser especialmente útil "para os indivíduos com deficiências de memória, como os idosos", conclui Heisz.


Fonte: BBC mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Seu Cérebro Será Capaz de Revelar esta Foto - Em Cores!

Você verá a foto já revelada, em cores e em tamanho maior! 



Instruções:

1) Fixe seu olhar, por 30 segundos, no ponto VERMELHO que existe no nariz da garota.

2) Depois dos 30 segundos, tire os olhos da foto e olhe para uma superfície plana e clara (uma parede nua ou o teto vazio).

3) Pisque os olhos, rapidamente (e por várias vezes), ao mesmo tempo em que olha para a parede ou teto.

Funciona até com os daltônicos!


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terça-feira, 23 de julho de 2013

Esta dança vai mexer com a sua cabeça!

Seu cérebro não consegue processar corretamente esta dança por causa das roupas.


Imagine milhares de anos de evolução... não, não, vamos ser mais conservadores: pense quantos anos você tem - esse é o número de anos que o seu cérebro foi treinado para perceber silhuetas humanas.

Como a base de nossa percepção visual é por contrastes de luz (comparação nos receptores), mesmo nosso "racional" dizer para o nosso cérebro o que está acontecendo, ele demora para processar a informação que está absorvendo.



Veja este vídeo abaixo e observe como seu cérebro vai trabalhar com dificuldade:



Post anterior diretamente relacionado: Como seu cérebro interpreta as cores mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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sábado, 6 de julho de 2013

Uma pedra viva?

Vivemos em um mundo ainda a ser descoberto.

Se olharmos com calma, para um canto...

Se apenas observarmos com cuidado, descortinamos a beleza e a riqueza a nossa volta.

É preciso apenas ter olhos para ver...



Uma rocha viva? Um tipo de... Apesar das aparências, não se trata de algum tipo de pedra cruelmente dividida ou um organismo alienígena. Esta é Pyura Chilensis, uma criatura do mar que vive na costa rochosa do Chile e do Peru.

No Chile, elas são pescadas comercialmente, e os moradores as comem crus ou cozidas com salada e arroz, porque, aparentemente, elas são deliciosas.

Abaixo, um vídeo com a pequena criatura sendo dissecada:



Nas palavras de Douglas Adams:

"Não basta apreciar a beleza de um jardim, é preciso também acreditar que há fadas nele?"

O mundo já não é mágico o bastante?



Fonte: Scientific American mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Artista cria casa que 'desafia' gravidade

Batizada de "Dalston House", a obra do argentino Leandro Erlich faz com que a imaginação do participante seja tão importante quanto a do próprio artista.


Obra do artista Leandro Erlich desafia a gravidade


A instalação, no bairro de Dalston, no leste de Londres, desafia a gravidade.

E esta não é a primeira vez que Erlich faz isso.

A instalação "Piscina", de 2008, colocava os visitantes submersos, embora, no fundo, eles estivessem secos.



Fonte: BBC mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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domingo, 2 de junho de 2013

As ilusões e alucinações no limite da percepção do cérebro humano














Por Sérgio Arthuro
Para Portal da Neurociência


Um dos temas que mais me fascina na relação entre neurociência, filosofia e arte, são as ilusões e alucinações. O termo ilusão se refere a uma senso-percepção enganosa de algum estímulo do ambiente.

Pode ser em termos visuais = ao vermos uma sombra de uma árvore e nos confundirmos com uma pessoa, ou em termos auditivos = ao acharmos que o celular tocou ou que alguém chamou pelo nosso nome, por exemplo. No caso das ilusões, depois de percebermos o engano, conseguimos saber porque: “ahh era só uma sombra mesmo!” ou “jurei que meu celular tinha tocado, mas não tem nenhuma chamada não…”.

As ilusões se diferem das alucinações porque nessas últimas não há um estímulo evidente do ambiente que gere a percepção. Como exemplos de alucinações, as mais comuns são:

1) em termos fisiológicos = presentes nas transições do começo e fim do sono (ditas hipnagógicas), bem como no sono REM – os sonhos.

2) no universo patológico = as alucinações auditivas dos pacientes esquizofrênicos que dizem que escutam vozes.

3) no conjunto dos estados alterados de consciência = alucinações visuais induzidas por psicotrópicos sintéticos como o LSD, entre outros.

Vários artistas já se debruçaram sobre as ilusões de ótica (e alucinações), mas gostaria de destacar três: o pioneiro, o mais famoso e o menos reconhecido, na minha opinião.

O pioneiro talvez seja Giuseppe Arcimboldo, que já no século XVI fazia pinturas muito a frente do seu tempo, como na observada a seguir, entre outras que podem ser encontradas aqui (figura ao lado).



O mais famoso é o surrealista Salvador Dalí, que pinta cenas oníricas de tal forma que faz aparecer um rosto humano num segundo plano.

Os contornos da face são originados de forma inusitada, mas saltam aos olhos depois que percebemos pela primeira vez, como em La imatge desapareix (figura ao lado) e Rostre de Mae West , que estão disponíveis aqui (Salvador Dalí), entre outros.

O menos conhecido, mas não menos genial é Julien Beever, que brinca com a questão da perspectiva para criar ilusões de 3D: ele pinta o chão e tira foto de um ângulo específico que produz um efeito sensacional (link). Beever está fazendo escola, e vários artistas estão seguindo a sua linha (link).

Disponibilizo aqui também 5 endereços que mostram na prática várias ilusões de ótica:

1 - Nesse aqui é possível manipular os parâmetros da ilusão e ver como ela muda a sua percepção da mesma.
2 - Vídeo que induz ilusões de movimento onde não há.
3 - Esse aqui é dos melhores que já vi!
4 - Episódio sobre ótica e ilusões da série Ciência em Casa.
5 - Competição anual sobre ilusões de ótica.

Dessa forma, apesar do nosso cérebro ser a “coisa” mais complexa e poderosa do universo conhecido pela ciência humana, ele tem limites. Acredito que as ilusões e alucinações acontecem – e são uma indicação direta – dos limites do nosso cérebro no processo de construção das imagens.

Assim, como diria Husserl (pai da filosofia fenomenológica), duas pessoas podem estar vendo o mesmo objeto de forma diferente, porque dois fenômenos diferentes são gerados a partir da interação de cérebro-mentes diferentes com o mesmo objeto.

Isso me faz pensar que se nos colocássemos mais no lugar do outro (em vez de simplesmente julga-los por serem ou pensarem diferente) talvez houvesse menos conflitos e guerras, e assim tivéssemos um mundo melhor para se viver.

Para concluir, acredito que apesar dos nossos sentidos serem a única forma de nos correspondermos com o ambiente, não podemos confiar plenamente neles – pois podemos simplesmente estar enganados – o que para mim é uma enorme lição de humildade, uma das mais importantes de todas as virtudes.


Fonte: Portal da Neurociênciamentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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terça-feira, 28 de maio de 2013

Michael Shermer - Como nossas funções cerebrais podem nos deixar em apuros

Você sabe por que vemos rostos em sanduíches e escutamos letras demoníacas em músicas tocadas em reverso?

Nossa tendência em acreditar em abduções alienígenas e detecção por forquilhas são na verdade resquícios de nosso mecanismo de sobrevivência.

Entenda como.



Michael Shermer foi uma das primeiras fontes que eu pesquisei sobre a formação da credulidade humana. Para quem não sabe, eu sou absolutamente cético. Mas para criar milagres na frente das pessoas, preciso entender como os milagres são criados nas mentes das mesmas.

Neste vídeo Michael Shermer explica por que as pessoas enxergam a Virgem Maria em um sanduíche de queijo ou escutam letras demoníacas em "Stairway to Heaven"? Utilizando vídeo e músicas, o cético mostra como nos convencemos a acreditar e ignoramos os fatos.



Acho este vídeo ainda mais interessante: Nele, Michael Shermer afirma que a tendência humana de acreditar em coisas estranhas -- desde abduções alienígenas a detecção por forquilhas -- deriva de duas funções cerebrais rígidas de sobrevivência. Ele explica quais são elas, e como elas nos deixam em apuros.



No Brasil, Michael Shermer tem os seguintes livros publicados:

  • Cérebro e Crença: De fantasmas e deuses à política e às conspirações - como nosso cérebro constrói nossas crenças e as transforma em verdades (2012).
  • Ensine Ciência a Seu Filho e Torne a Ciência Divertida Para Vocês Dois (2011).
  • Por Que as pessoas Acreditam em Coisas Estranhas(2011).  
  • O Outro Lado da Moeda: A Influência do Fator Emocional na Sua Relação com o Dinheiro (2008). 

Fonte: Ted  mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Um incrível GIF que você pode controlar com a sua mente

Olhe para a imagem por um tempo o suficiente e você poderá mudar a direção do trem simplesmente pensando nisso.





Como toda e qualquer imagem que enxergamos, o significado dela é feita pelo nosso cérebro.

A imagem animada foi construída de tal forma que não somos capazes de determinar se o trem está vindo ou se está indo.


Qualquer pequeno movimento de olhos, um piscar, ou simplesmente a vontade de mudar de sentido do trem, faz com que vejamos ele de outra maneira.

Nós só enxergamos o que estamos preparados para enxergar.



Para ver uma explicação mais detalhada deste fenômeno, leia este post.

Dica do meu amigo, Rafael Palermo.

Fonte: BuzzFeed

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Richard Wiseman - Suposições

Nós vemos o que o nosso cérebro está preparado para ver.



Se 1/3 do nosso cérebro está voltado para a nossa visão, e mesmo assim somos tão facilmente enganados, o que podemos dizer de nossas percepções em geral?







Posts anteriores sobre Richard Wiseman:
Richard Wiseman
Psicólogo lança projeto para testar se é possível influenciar sonhos
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Como seu cérebro interpreta as cores

O Prof. Tom Freeman do Departamento de Psicologia da Universidade de Cardiff explica como vemos as cores após uma ilusão de ótica e como ela funciona.


O vídeo mostra como ocorre o efeito de cor em seu cérebro. Para isso, mantenha o foco dos seus olhos no ponto preto da figura. Mantenha o foco por 30 segundos (até a foto se tornar preto e branco)...



A foto se tornou preto e branco, mas você a viu colorida. Quando olhou rapidamente para fora do ponto, ela se tornou preto e branco. Assim que você voltou ao ponto preto, ela voltou a ser colorida.

Você já deve ter ouvido falar que a tela de uma televisão é feita de pequenos pontos vermelho/verde/azul, e com a combinação das 3, produz as cores que você vê na TV.

Nós temos 3 tipos de cones receptores em nossa retina que nos ajudam a criar a noção de cor (cones sensíveis ao vermelho, ao verde, e ao azul).

A ilusão acontece nesta foto, porque ela fadiga os cones responsáveis pelo azul e vermelho. Quando a foto é alterada para preto e branco, vemos uma diferença causada por essa fadiga, e os cones responsável pelo verde percebem muito mais esta cor.

O cérebro só consegue construir a noção de cores por diferenças de atividade nesses 3 tipos de cones. E por isso, somos afetados quando vemos diferentes regiões de uma mesma figura (estar focado no ponto preto ou não).


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Beau Lotto: Ilusões óticas mostram como enxergamos
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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Beau Lotto: Ilusões óticas mostram como enxergamos

Essa divertida visão em primeira mão de nosso sentido de visão revela como a evolução molda sua visão e sua percepção do mundo.


Os jogos de cores de Beau Lotto vão embaralhar a sua visão, mas também destacam o que você normalmente não consegue ver: como o seu cérebro funciona.





Site de Beau Lotto: Lotto Lab

Fonte: Ted mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quinta-feira, 21 de março de 2013

Arquitetura e ambiguidade visual

Aqui vai trabalho belíssimo de Marcius Galan. Nascido nos EUA, o artista vive e trabalha em São Paulo.

Série 3 seções (2011)




A primeira impressão que se tem ao olhar os trabalhos da série 3 Seções é a de que não passam de vidros encaixados perfeitamente no ambiente, na verdade estamos sendo enganados pelo nosso próprio cérebro!


Mind the Gap (2008)





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Para conhecer o artista e seu pensamento:



Descoberto no site: Ideia Fixa mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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