Apego é o vínculo emocional vitalício que existe entre o bebê e a mãe, ou outra cuidadora, formado durante os primeiros seis meses de vida.
Harry Harlow separou macacos recém-nascidos das mães e os colocou em gaiolas contendo duas mães substitutas inanimadas, uma feita de arame e a outra de um tecido atoalhado felpudo.
Metade dos macacos recebia sua alimentação de uma mamadeira na mãe de arame e metade de uma mamadeira na mãe de pano. Todos os macacos preferiam a mãe de pano, independentemente de ser ela a que fornecia o alimento.
Os macacos alimentados pela mãe de arame só iam para ela para comer e depois voltavam para a mãe de pano; Assim, o “conforto do contato”, não o reforço do alimento, era o elemento crucial para a formação do apego.
Quando confrontados com uma situação desconhecida (p. ex., uma sala estranha com brinquedos) sem a mãe substituta, os bebês macacos sentiam medo. Quando a mãe substituta era trazida para a situação desconhecida, os bebês macacos inicialmente se agarravam à mãe de pano para reduzir seu medo, mas depois começavam a explorar o novo ambiente e, finalmente, brincavam com os brinquedos.
Embora o apego se construa no início da nossa vida, será que ainda continuamos a reproduzir constantemente isso?
Afinal de contas, ao lado de quem você se sente bem?
Fonte: Neurociências em Benefício da Educação mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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