Leonardo Martins - Mentalista

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Tudo sobre a sua mãe

Qual é a verdadeira relevância da sua mãe? Saiba qual a influência dela sobre você.




Por Rodrigo Resende
Para Super Interessante

Aos poucos, a barriga vai ficando grande e rígida. A pele se estica e racha. A coluna enverga: o quadril caminha para trás, os ombros caem. Dentro do corpo, o volume de sangue começa a aumentar até ficar 50% maior. Para dar conta de tanto líquido, o coração passa a bater acelerado, sem previsão de desacelerar nos próximos meses. Devagarzinho, uma força enorme vai empurrando órgãos internos: estômago, intestino e bexiga ficam atrofiados e desregulados. Manchas na pele, retenção de líquido, prisão de ventre. Depois de 9 meses, o resultado. De dentro desse corpo adoentado nasce uma criança. Junto com ela, vem ao mundo uma mãe - a pessoa mais importante que o bebê conhecerá na vida. Entenda aqui por que você pode culpá-la (ou agradecê-la) por tê-lo dado à luz. E por que, talvez, ela não tenha nada a ver com o que você é hoje. Com vocês, tudo (ou quase) que a ciência diz sobre a sua mãe.

Ninguém tem dúvidas de que a mãe influencia a vida dos filhos. Essa ideia parece óbvia. Basta olhar ao redor: pais gentis, bem-educados e inteligentes costumam ter filhos gentis, bem-educados e inteligentes. Filhos de mães abusivas ou instáveis muitas vezes repetem o mesmo padrão na hora de casar e educar os filhos. Tudo indica que a maneira como foram criadas deixa marcas na vida das pessoas. E essa crença é reforçada pela psicologia. A mais importante das teorias psicológicas surgiu com o 2º austríaco mais famoso do mundo, Sigmund Freud. Ele também acreditava que a personalidade dos filhos é formada pelos pais.

As suposições do austríaco são muitas, e ele mesmo não parou de reescrevê-las até sua morte, em 1939. O que não muda muito é a ideia de que o desenvolvimento da personalidade passa por diversas fases na infância - focadas em rituais como a amamentação, o uso do penico, a descoberta dos órgãos sexuais. Se os pais atrapalharem a passagem dessas fases, a criança pode se tornar um adulto compulsivo ou imaturo ou agressivo... e por aí vai. Todas as fases descritas por Freud podem ser observadas em crianças pequenas, mas os indícios científicos de que elas sejam determinantes para a personalidade na vida adulta são frágeis. Por isso, ultimamente, o pai da psicanálise tem apanhado bastante. "Freud raramente é estudado nos departamentos de psicologia das grandes universidades hoje em dia. Você pode encontrá-lo muito mais nas aulas de história ou de literatura", diz Paul Bloom, professor de psicologia da Universidade Yale, nos EUA, em seu curso de graduação. Realmente, antes de Freud, o papel dos pais era muito diferente. Uma mãe dos tempos das cavernas estava preocupada apenas em fazer o filho sobreviver à infância. Da idade média ao século 18, o filho era considerado posse dos pais e podia ser ignorado e maltratado a valer. Até o século 20, os pais eram aconselhados a não demonstrar amor pelos rebentos. É duro dizer isso, mas acreditar que tudo o que sua mãe fez quando você era criança influenciou no que você é hoje é coisa apenas do nosso tempo e cultura.

Onde foi que eu errei?


Mamãe mentiu para você. Provavelmente ela falou que gosta de todos os irmãos da mesma maneira, mas a verdade não é bem por aí. Toda mãe tem seu filho favorito - e trata cada irmão de maneira diferente. Um estudo que hoje já se tornou clássico, feito pelo biólogo americano Frank Sulloway em 1996, mostra que 66% dos pais admitem que preferem um filho a outro. E outra pesquisa confirma: 87% das mães reconhecem que amam mais o caçula.

Mas, antes que você odeie seu irmãozinho para sempre, é preciso entender que nem sempre é a ordem de nascença que cria o favoritismo. Mães tratam os filhos de maneiras diferentes simplesmente porque eles são diferentes. "As atitudes dos pais vão de acordo com a personalidade que a criança já tem de nascença", diz Viviane Feldens, doutora em psicologia e especialista em crianças. Vamos imaginar uma mãe com dois filhos: um retraído e outro impetuoso. É provável que o filho acanhado receba incentivos para se tornar mais extrovertido, mas que o filho destemido conviva com uma mãe que o impede de fazer as coisas. Ou seja, foram educados de maneiras opostas, apesar de ter os mesmos pais.

No caso acima, o temperamento que a criança traz de nascença determinou como ela foi educada. Em outros casos, como no aprendizado da linguagem, a educação que o filho recebe fica em primeiro plano. Foi ao observar essas questões que os psicólogos do século 20 elaboraram a pergunta tão temida por quem estuda personalidade: o que influencia mais, a genética ou a educação? Dez entre 10 psicólogos e cientistas preferem a resposta salomônica: "50% DNA, 50% educação". Ok, a genética é fornecida totalmente pelos pais. Mas e esse ambiente, do que se trata?

Vai brincar lá fora, vai


Em 1931, numa época em que a ética não era grande empecilho para desenvolver a ciência, um casal de psicólogos americanos decidiu testar o que influenciava mais uma criança: a genética ou a educação. Para fazer isso, adotaram uma bebê chimpanzé, Gua, que foi criada exatamente da mesma maneira como seu filho humano recém-nascido, Donald. Durante quase dois anos, Gua e Donald faziam tudo igual. E, para desespero dos pais, Gua aprendia tudo sempre muito mais rapidamente. Ela usou talheres primeiro, ajudava a se vestir com mais facilidade e começou a avisar os pais que precisava do penico antes de Donald. E o mais bizarro: ensinou o irmão a falar macaquês. Com quase 2 anos, numa idade em que as crianças já têm um vocabulário (humano) de 50 palavras, Donald ficava no "uh-uh, uh-uh". Como era de esperar, a essa altura do experimento, Gua foi mandada de volta para o zoológico.

O que esse estudo nos diz? (Não, nada disso. Donald não era menos favorecido no quesito inteligência. Quando adulto, ele se formou em medicina em Harvard.) O experimento mostra que, apesar dos genes humanos, Donald estava agindo de acordo com o ambiente onde fora criado, o da irmã macaca. Mas a pergunta central aí é outra: por que o menininho estava se adaptando aos hábitos do chimpanzé e não aos dos pais?

A resposta: talvez outras pessoas, que não os pais, sejam mais importantes no desenvolvimento da criança. Por que tantos pais flamenguistas não conseguem evitar que seus filhos virem pequenos vascaínos? Por que filhos de pais imigrantes aprendem a língua do novo país como se não conhecessem outra língua materna? Tudo indica que os amigos têm mais importância na formação dos filhos do que se imagina.

A defensora da teoria "amigos são tudo" é a psicóloga americana Judith Harris. Para ela, os pais têm quase nenhuma influência no desenvolvimento do filho. E ela tem bons argumentos. Um deles é uma das maiores pesquisas já feitas com filhos adotivos. Há mais de 3 décadas, a Universidade do Texas vem acompanhando o desenvolvimento de 700 filhos adotados e suas famílias (biológicas e não) para medir fatores como inteligência, autoestima e ajustamento. Os resultados mostraram que, quando adultas, as crianças adotadas eram muito mais parecidas com seus pais biológicos do que com os pais adotivos, com quem tinham passado a vida toda. Em outras palavras, a criação de casa tinha deixado poucas marcas permanentes.

Para Judith, a única marca indelével trazida pelo ambiente vem dos amigos. A explicação é biológica. Durante milhões de anos de evolução, a nossa sobrevivência dependeu da capacidade de viver em grupo: aprendemos a agir, falar e nos comportar com as pessoas ao nosso redor. Aí é que está o pulo-do-gato: a criança reconhece o grupo nas pessoas da mesma idade e nicho que ela, ou seja, nos amigos - e não nos pais. Por isso Donald começou a imitar sua irmã macaca e ignorou a mãe. Por isso, no fim das contas, a criança torce pelo time, fala a língua e desenvolve a personalidade parecida com a dos amiguinhos. E a influência dos pais? Para Judith, eles que se contentem em fornecer a genética.

Trancamos no porão, então?


Já que a educação dos pais não interfere no desenvolvimento dos filhos, não é preciso tratá-los com carinho e amor, certo? Errado. Peguemos o caso de Joseph Fritzl, o 2º austríaco mais infame do mundo. Ele trancou a filha durante 24 anos no porão, abusou dela e teve 7 filhos frutos do incesto. A filha de Fritzl dificilmente será uma pessoa normal - e não é pela falta de amigos. Um experimento feito com filhotes de macacos Rhesus que sofreram abusos e foram negligenciados pelas mães mostrou que maus-tratos deixam sequelas cerebrais permanentes. Ou seja, quem sofre abusos na infância não produz serotonina em níveis normais, e vira um adulto deprimido e agressivo - que possivelmente também abusará dos filhos. É um caso inegável da mãe determinando a vida dos filhos. E há outros.

Religião, valores, habilidades artísticas ou esportivas, escolha da profissão: tudo isso pode ser influenciado pelos pais, porque são aspectos ensinados quase exclusivamente dentro do ambiente familiar - e não fora dele. "Quando os pais escolhem a escola onde vão matricular os filhos, já decidem também que tipo de amigo as crianças vão ter", diz Viviane Feldens. Quer dizer, decidem que tipo de amigo vai interferir na personalidade. É com a mãe também que a criança aprende a se socializar. São essas as referências que ela vai levar na hora de fazer as primeiras amizades. E, como se tudo isso já não fosse o suficiente, as mães ainda carregam o enorme fardo de ser a pessoa mais importante na vida dos seus filhos. Numa pesquisa feita no ano passado pelo Núcleo Jovem da Editora Abril, com 1 600 jovens de todo o país, as mães foram apontadas como a pessoa mais amada por 92% deles. (Os pais amargaram um distante 3º lugar, com 59%, atrás até de irmãos e irmãs.) Pois é, mesmo se ela não tiver influência alguma na sua vida, mãe continua insubstituível.


Para saber mais

The Nurture Assumption, Judith Rich Harris, Free Press, 2009.

Introduction to Psychology, Sigmund Freud,  academicearth.org/lectures/foundations-freud


Fonte: Super Interessante mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cientistas criam 'minicérebro humano' em laboratório

Miniaturas de "cérebros humanos" foram desenvolvidos em laboratório por cientistas austríacos, em um feito que, segundo especialistas, pode transformar nossa compreensão sobre males neurológicos.


Estruturas do tamanho de ervilhas foram criadas a partir de células-tronco e células de pele 

As estruturas criadas, que são do tamanho de ervilhas, alcançaram o mesmo nível de desenvolvimento de um feto de nove semanas, mas são incapazes de pensar.

Segundo os cientistas, que são do Instituto de Biotecnologia Molecular da Academia de Ciências Austríaca, elas reproduzem em laboratório algumas das etapas iniciais de desenvolvimento cerebral.

O cérebro humano é uma das estruturas mais complicadas existentes no universo. O estudo, publicado no periódico Nature, já foi usado para ampliar a compreensão a respeito de doenças raras.

Desenvolvimento


Os cientistas usaram células-tronco embrionárias ou células de pele adulta para produzir a parte do embrião que se torna o cérebro e a espinha dorsal - o ectoderma neural.

Essa parte foi colocada em gotículas minúsculas de gel, que permitiram que o tecido crescesse, e em um bio-reator giratório, que provê nutrientes e oxigênio.

As células puderam crescer e se organizar em diferentes partes do cérebro, como o córtex e uma versão inicial do hipocampo, bastante ligado à memória em um cérebro adulto plenamente desenvolvido. Os pesquisadores crêem que essa estrutura chega perto - ainda que não perfeitamente - do desenvolvimento inicial do cérebro fetal.

Os tecidos chegaram a seu tamanho máximo, cerca de 4mm, em dois meses. Os "minicérebros" sobreviveram por quase um ano, mas não cresceram além disso. Eles não contavam com suprimento de sangue, apenas de tecido cerebral. Ou seja, nutrientes e oxigênio não puderam penetrar na estrutura.

"Nossos organóides servem para modelar o desenvolvimento do cérebro e para estudar qualquer coisa que cause defeitos nesse desenvolvimento", explicou Juergen Knoblich, um dos pesquisadores.

Segundo ele, o objetivo é ampliar o conhecimento a respeito de distúrbios mais comuns, como a esquizofrenia e o autismo, partindo do princípio de que indícios deles podem surgir na fase de desenvolvimento do cérebro. A técnica também pode ser usada para substituir camundongos em testes de medicamentos e tratamentos.

'Extraordinário' 


Pesquisadores já haviam conseguido produzir células cerebrais em laboratório, mas a iniciativa austríaca é a que chegou mais perto de criar um cérebro humano.

Por isso, a novidade chamou atenção entre cientistas. "É surpreendente", disse à BBC Paul Matthews, professor do Imperial College, em Londres. "A noção de que podemos tirar uma célula da pele e tranformá-la - ainda que seja no tamanho de uma ervilha - em algo que se assemelha a um cérebro é simplesmente extraordinária."

Segundo ele, apesar de o minicérebro não estar se comunicando ou pensando, ele "é o tipo de ferramenta que nos ajuda a entender muitos dos principais distúrbios cerebrais". Pesquisadores já estão usando a descoberta para investigar uma doença chamada microcefalia, cujos portadores têm cérebros menores do que o normal. Ao criar um minicérebro com células de pacientes de microcefalia, a equipe conseguiu estudar mudanças no desenvolvimento cerebral dessas pessoas. Percebeu, por exemplo, que as células desses pacientes se adiantavam em sua transformação em neurônios.

Questões éticas e possibilidades 


Os pesquisadores em Viena não vêem, no momento, nenhum dilema ético em seu trabalho, mas Knoblich afirma que não seria "desejável" fazer cérebros muito maiores do que os já desenvolvidos. Na opinião de Zameel Cader, neurologista consultor no hospital John Radcliffe, em Oxford, a pesquisa ainda não traz problemas éticos.

"(O minicérebro) está longe de ter consciência do mundo exterior", disse à BBC. Para Martin Coath, da Universidade de Plymouth, "se (o minicérebro) se desenvolve de maneiras que reproduzem as do desenvolvimento do cérebro humano, o potencial para o estudo de doenças é claro. O teste de medicamentos, porém, é mais problemático. A maioria deles age em coisas como humor, percepção, controle do corpo, dor. E esse tecido que simula um cérebro não tem nenhum dessas coisas ainda".


Fonte: BBC mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Novas descobertas sobre o funcionamento da hipnose

Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, afirmam ter descoberto que a atividade cerebral é diferente quando o paciente está hipnotizado. Eles fizeram experimentos usando ressonâncias magnéticas do cérebro para analisar os resultados.


Os pesquisadores utilizaram a ressonância magnética para analisar os cérebros de 12 pessoas que foram testadas com movimentos das mãos antes e depois de uma hipnose que paralisou a mão esquerda. Cojan afirma que mesmo depois da hipnose os neurônios do córtex motor ainda estavam se preparando para a tarefa.

O estudo conclui que a hipnose induz a uma desconexão de comandos motores de processos voluntários normais, que dependem da influência dos circuitos cerebrais envolvidos no controle executivo e na auto-imagem, de acordo com Yann Cojan, do Centro de Neurociência da Universidade de Genebra.

Cojan afirma que o estudo confirmou que a “conexão funcional é um processo muito importante do cérebro” – e que a hipnose é capaz de modificar este processo. A parte surpreendente do estudo foi que o córtex parecia ignorar partes do cérebro com o qual ele normalmente se comunica durante os movimentos, afirma o pesquisador. A hipnose modificou áreas envolvidas na atenção, e também mudou conexões entre o córtex motor e outras regiões.

Além das 12 pessoas que participaram do estudo hipnotizadas, os pesquisadores também analisaram os cérebros de seis pessoas que não tinham sido hipnotizadas mas que receberam a instrução de “mentir” para o cérebro, fingindo uma paralisia na mão. “Os resultados sugerem que a hipnose pode aumentar processos de auto-monitoramento para permitir representações internas geradas pela sugestão e até guiar comportamentos, mas não age diretamente na inibição motora”, afirma Cojan.

Nas pessoas estudadas, as mensagens não eram enviadas pelos canais convencionais do cérebro, então quando eles recebiam a ordem de levantar a mão esquerda, não conseguiam. Cojan afirma que o estudo descobriu que a hipnose induz uma desconexão entre os processos normais envolvidos no movimento corporal. “A descoberta é um importante passo para estabelecer fundações neurobiológicas para o grande impacto da hipnose no cérebro e no comportamento”, diz o pesquisador. [original]


Fonte: Hype Science mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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terça-feira, 27 de agosto de 2013

O Novo Poder da Linguagem Corporal.


Além de revelar uma certa impressão exterior, a linguagem corporal também pode ser usada para influenciar o nosso estado interior, para que possamos realmente manipular as nossas emoções com o nosso posicionamento corpo físico. Confira alguns truques ​​que poderá ajudá-lo não só a parecer mais feliz e confiante, mas para realmente sentir isso por dentro.

Empodere-se


De acordo com recentes pesquisas, manter seu corpo expansivo com "posturas de alto poder", mesmo que por um curto período de tempo, pode realmente ajudar a liberar níveis mais altos de testosterona, o hormônio responsável pela sensação de poder e dominação. Além disso, tomar posições, como de pé apoiado sobre a mesa, colocar os pés em cima de uma mesa, os braços atrás da cabeça, ou usar  a parede como um meio de expandir seus braços (e todos os outros movimentos chefe) não só aumenta a testosterona, mas também reduz o hormônio do estresse, o cortisol.

A razão pela qual manter o corpo nestas posições faz com que essas diferentes respostas hormonais é devido a alguns mecanismos primitivos. Fazendo um pequeno gesto como cruzar os braços ou pernas demonstra uma sensação de vulnerabilidade, um desejo de proteger o corpo e seus órgãos vitais. Tornar-se grande, por outro lado, pondo-se de pé e expandindo seus membros superiores, particularmente "entrando" no espaço dos outros, não mostrando nenhum medo, coloca-o numa posição mais poderosa. Então, antes de pisar em uma grande reunião ou assumir um novo desafio, pegue dois minutos para praticar algumas posturas de poder. Usando seu corpo e postura para ocupar mais espaço, fazendo-se sentir grande e responsável - você pode não apenas controlar como os outros o vêem, mas como você se sente sobre si mesmo.


Anime-se 


Uma variedade de experiências continuam a mostrar que se colocarmos um sorriso no rosto, mesmo que conscientemente quando você não está realmente sentindo isso, pode ajudar a desenvolver sentimentos de genuína felicidade. O rosto age para reforçar as nossas emoções: Quando estamos chateados e franzimos a testa fortalecemos os sentimentos negativos. Alternativamente, se sorrimos, mesmo que não sinceridade, durante momentos tristes, nós podemos realmente ajudar a aliviar esse desconforto.

Não é nenhuma surpresa, então, que os estudos mais recentes têm sugerido que sorrir ao tentar realizar uma tarefa difícil pode realmente fazer essa tarefa nos parecer mais fácil. Outro resultado divertido deste truque do "falso sorriso" é que ela é contagiosa. Mesmo que você esteja se sentindo por baixo, aquele falso sorriso pode levar os outros ao seu redor a sorrirem também. Quando você tem um monte de gente feliz ao seu redor torna-se muito mais difícil franzir a testa. Embora possa parecer estranho ou até mesmo desonesto de alguma maneira, faça isso: Teste você e veja por si mesmo.


Fonte: Notable

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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Consciência Emotiva


A consciência está relacionada a atenção. E, por sua vez, a atenção se volta de maneira muito mais intensa aos estímulos emocionalmente relevantes. "Tomar consciência" de um dado acontecimento ou objeto não parece ser um fenômeno puramente ativo; é também passivo na medida em que depende basicamente do quão emocionalmente estimulante ele seja.

Produzimos mais facilmente consciência de acontecimentos que geram medo, raiva, fome, sede, que estejam associados a sexo, ou seja, situações em que se faz necessário uma resposta rápida por parte do organismo, pois dela depende a sua própria integridade. O medo de algo nos faz evitar esse algo, a sede nos faz beber, a fome nos impele a abrir a geladeira em busca de comida, e assim por diante. A emoção é a essência da motivação para agirmos.

Por isso a visão de algo ameaçador chega à consciência antes de um estímulo não emocional. A amígdala capta o perigo de forma inconsciente e prepara o cérebro consciente para uma percepção importante, mais rica em detalhes.

Coisas boas, associadas ao prazer, também atraem rapidamente a atenção. Estudos mostram que o nosso cérebro reage com a mesma rapidez à fotografias de um bebê sorridente e a de um rosto raivoso. Em frações de segundo, ambas despertam atenção, consciência e ações mais rapidamente do que outros estímulos não emocionais.


Fonte: MindAsks mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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domingo, 25 de agosto de 2013

Transcender a Condição Humana




Há 3 tipos de Arte:

1) As que mexem com o corpo.

De repente sentimos vontade de dançar, por exemplo.

2) As que mexem com os sentimentos.

Uma cena romântica que nos faz chorar.

3) As que tocam a alma.

É uma marca que transforma a pessoa que assiste a execução. O mundo permanecerá o mesmo, mas a visão da pessoa sobre o mundo muda de alguma forma.

Mágica é sempre sobre transcender a condição humana.

(Pausa - por favor, releia a frase acima)


Sempre haverá mágicos, porque a alma humana clama por mágica.

A mágica não é a única arte que transcende a condição humana, mas é a única que faz isso por obrigação.

Um herói e um filme, ou livro, pode fazer essa transcendência. Mas não existe obrigação em uma história de um filme, ou livro, de haver essa superação. Na mágica isso é obrigatório.


Quando Harry Houdini saía de correntes de dentro de um rio, ele era um exemplo da transcendência da condição humana.

Quando David Copperfield voa no palco de um teatro, ele está transcendendo a condição humana.

O mesmo vale para uma mulher serrada no palco, ou um coelho que é tirado de uma cartola vazia. O mágico representa aquele que transcende as limitação humanas.

Mágica é sempre sobre transcender a condição humana.

As perguntas que a Teologia busca responder, são as perguntas criadas pela Arte (em geral).

Ela nos toca de alguma forma, e então somos compelidos a buscar algo maior do que as nossas próprias existências.

Obrigado Eugene Burger 
por mais uma vez tocar minha alma,
 e me fazer chorar com seus livros.

Parcial do Quadro: Carl Schwenninger - Der Taschenspieler  mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Auto-hipnose ajuda pacientes a controlar Síndrome de Tourette

Um novo estudo mostra que auto-hipnose ensinada através de vídeos pode ajudar adolescentes a controlar os tiques que caracterizam a Síndrome de Tourette.


Médicos da Case Western Reserve School of Medicine analisaram 33 pacientes com idades entre 6 e 19 anos. Depois de assistirem um vídeo que ensinava auto-hipnose quase todos os pacientes tiveram uma redução expressiva dos tiques.

Eles deveriam praticar técnicas de auto-hipnose três vezes por dia e depois responder a perguntas sobre sua percepção dos próprios tiques. Depois de 12 sessões do mesmo tratamento, os pesquisadores notaram que os pacientes haviam melhorado significativamente.

Esse tipo de terapia para controlar a Síndrome de Tourette é atrativa por não depender de substâncias químicas que, por serem muito fortes, podem trazer efeitos colaterais. O uso do vídeo também têm várias vantagens, incluindo um método padronizado para todos os pacientes.

O vídeo, além de ensinar a auto-hipnose, mostrava outra criança com Síndrome de Tourette, então o paciente podia visualizar seus sintomas e, automaticamente, ficava mais consciente dos seus tiques.

A Síndrome de Tourette é uma doença neurológica que se caracteriza por espasmos involuntários, tiques e reações muito rápidas. Normalmente, mostra seus sintomas em jovens de 5 a 18 anos. Estima-se que ela afete uma em cada 100 pessoas.


Fonte: Hype Science

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Como você virou você

Essa pessoa que você chama de "eu" nem sempre esteve aí. Entenda a formação da sua consciência.





Por Rodrigo Resende
Para Super Interessante

Seus olhos acabam de bater nos pixels que formam as letras desta frase e, como mágica, uma voz surge na sua cabeça. Já parou para pensar o quanto isso é estranho? Pense uns dois segundos sobre isso. Agora reflita sobre algo ainda mais bizarro: quem estranhou a voz que surgiu do nada foi a própria voz, e é ela que segue extraindo sentido dos pixels nesta página.

Não há nenhum pensamento dentro de você que ela não conheça. E tudo do lado de fora só tem o significado que ela enxerga. Na verdade, essa voz tem algo importante a dizer neste momento: ela é você. E costuma atender pelo nome de consciência.

Estudar o "eu" é um desafio para a ciência. Afinal, como usar evidências científicas para explicar o filme que se desenrola dentro do seu cérebro? Ainda mais se a única poltrona nessa sala de cinema mental já está ocupada por você. Aos cientistas, resta estudar a consciência a partir do que os outros contam - ou de algum vestígio de "eu" capturado em laboratórios. Aliás, descobertas recentes mostram que a consciência pouco se parece com um rolo de filme, cronológico e indivisível, e talvez seja tão fragmentada e imprevisível quanto uma TV mudando de canal. Para não perder o fio da meada, vamos voltar até onde essa história toda começou: quando você era pequeno.

Em formação 

Para entender a infância da sua consciência, é preciso usar a imaginação - lembrar é impossível, porque você ainda não formava memórias. Estamos falando de uma época em que você ignorava tempo, espaço e limites do corpo. Pense que você não fazia ideia se os eventos eram rápidos ou demorados, se os lugares eram perto ou longe. Ou mesmo onde terminavam suas costas e onde começavam os braços em que você repousava.

Como cantava o ministro francês Jordy, é duro ser bebê. Até os 4 meses de vida, seu cérebro se ocupava basicamente de processar seu contato com o mundo - ele não agia, só reagia. Fazia você acordar se estivesse repousado, chorar se o deixassem com fome, dormir se estivesse cansado. Além disso, as informações que você recebia através dos seus 5 sentidos provavelmente ainda não se separavam, vinham todas juntas. Nessa idade, mamar no seio da mãe é uma overdose de tato, olfato, paladar, visão e audição - não é à toa que você gostava tanto.

Essa mistura sensorial, conhecida como sinestesia, ainda não era você. Segundo o neurologista português António Damásio, é só aos 18 meses que surge algo que pode ser chamado de "consciência mínima".

Nesse momento, a integração entre os lobos frontal e parietal do cérebro fizeram a voz que lê este texto começar a balbuciar. Você passou a reparar em coisas como salgado e doce, liso e áspero, quente e frio, barulhento e silencioso, luminoso e escuro - além de se dar conta de que você é apenas um ser entre vários outros e que o mundo não some quando você fecha os olhos.

Quando você tinha entre seus 3 e 4 anos, seus circuitos neurais responsáveis pela linguagem e pela memória de longo prazo se desenvolveram, e nasceu a consciência ampliada: um eu com noção de passado e futuro, que acumula informações sobre si mesmo para formar sua identidade. Pela primeira vez, você começa a se lembrar de que foi ao parque ontem e que você tem que ir ao médico amanhã. E ainda: que você gosta de ir ao parque e nem tanto assim de ir ao médico, transformando isso em traços da sua jovem personalidade. O responsável por esse upgrade, que tornou possível você pensar sobre os seus pensamentos, é hoje a celebridade mais quente do mundinho neurocientíco: o neurônio-espelho.

Espelhar é preciso 

Concentre-se na seguinte imagem: um sujeito caminha descalço em um quarto escuro. Ele procura o interruptor para acender a luz e, distraído, pisa em um prego. É um prego pontudo, enferrujado, rasgando a pele, o músculo, a carne do sujeito, que sangra e grita de dor. Doeu em você? Obra dos neurônios-espelho. Eles reagem a estímulos que você vê ou imagina em outra pessoa como se ocorressem no seu próprio corpo. Todos os animais de inteligência superior - aqueles que conseguem enviar mensagens uns aos outros - têm os seus.

Mas o que o neurônio-espelho tem a ver com o surgimento dessa voz interna que pensa sobre si? Uma boa metáfora para responder a questão foi criada pelo cientista americano Douglas Hofstadter: o "eu" surge a partir de um processo parecido com o que ocorre quando apontamos um espelho para outro - é o resultado de uma sucessão infinita de imagens mentais sobre outras imagens mentais. E é quando os neurônios-espelho passam a refletir nosso mundo mental que pensamentos sobre outros pensamentos se tornam possíveis. É só aí que nos colocamos oficialmente acima dos chimpanzés e golfinhos: "A consciência humana é única no mundo natural", diz o neurocientista indiano Vilayanur Ramachandran.

Mas essa é apenas a ponta do iceberg. Ainda não é possível responder com segurança questões como "Uma pedra tem consciência?", "O vermelho que eu vejo é o mesmo que você vê?" e "Você é uma pessoa no mundo ou um cérebro dentro de um barril?"

Mesmo que a última pergunta seja verdade e o filme rodando aí atrás dos seus olhos não passe de ilusão da voz na sua cabeça, deixe-a lendo e falando. Ainda vale tentar decifrar nas próximas páginas o maior mistério de todos: essa coisa estranha que você chama de "eu".



Para saber mais

O Erro de Descartes, António Damásio, Companhia das Letras, 1996.

Do Que É Feito o Pensamento, Steven Pinker, Companhia das Letras, 2008.

Fonte: Super Interessante mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

XII EIMAG 2013

Ocorreu neste final de semana uma importante convenção de mágicos,
o 12o. Encontro Internacional de Mágicos - aqui no Rio de Janeiro



Alguns mentalistas não gostam de se mesclar com ilusionistas. Eu gosto de aprender com quem tem experiência.

Os bons ilusionistas têm experiência de palco, controle de platéia, entendem de som e de luz. Pra mim, o que eu puder fazer para tornar minhas habilidades mais entretenimento, melhor.

Foram 3 dias de evento com grandes nomes da mágica do Brasil e da América do Sul.

É interessante comparar a visão de artistas com formações tão diferentes. Pra mim, uma experiência reveladora.





Eu vi mágicos com experiência de mais de 50 anos de mágica.
Vi adolescentes com paixão nos olhos.
Vi filhos do circo e filhos da Internet.


  
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Linguagem Corporal no Local de Trabalho

Por Ashley Crouch
Para Verily Magazine

Adoro observar as pessoas. Elas nunca deixa de me fascinar. Seja qual for a razão, é minha propensão para ir além da superfície das pessoas, não apenas para ouvir o que elas dizem, mas por quê elas dizem isso. Então, eu estava emocionada quando a especialista em linguagem corporal, Carol Kinsey Goman, autora do novo livro, The Truth About Lies in Workplace, escreveu um ensaio na publicação de jun/jul da Verily Magazine sobre os segredos da linguagem corporal para as mulheres para ajudá-las a ter sucesso em suas carreiras.

Estudos indicam que cuidados precisos no reforço na comunicação verbal com sinais não-verbais pode levar sua mensagem mais longe, especialmente no local de trabalho. Na verdade, sinais não-verbais causam mais de quatro vezes o impacto sobre as primeiras impressões do que quaisquer palavras que dizemos. [link].

Vive la différence! Goman afirma que homens e mulheres falam línguas diferentes, especialmente as não-verbal. Isso é importante como ponto de partida antes de tentar dominar o seu próprio estilo de linguagem corporal. Embora não haja um estilo de comunicação certo ou errado, é importante entender os ambientes onde o gênio feminino de uma mulher pode ter a vantagem.

As mulheres tendem a se destacar nos ambientes de trabalho colaborativo, onde a capacidade de ouvir, inclusão e empatia são fundamentais e que os homens são vistos como mais bem sucedido em ambientes onde tem prioridade um forte sentimento de determinação. Os homens normalmente aproximam as pessoas do lado, enquanto as mulheres se aproximar pela frente. Homens escutam ativamente com um mínimo de contato com os olhos ou feedback em uma poker face verbal, por assim dizer, enquanto mulheres mantém contato com os olhos e balançam a cabeça como sinais de resposta.

Quando nós, mulheres, estamos nervosas, podemos recorrer a pequenos tiques, e às vezes estes minam uma persona assertiva. Alguns exemplos são: enrolar o cabelo, alisá-lo, colocá-lo atrás dos ouvidos, passar as mãos através do cabelo. Estes sinais com o cabelo são comumente associados ao flerte no namoro. Simplificando, isso ser uma distração no local de trabalho. Para evitar essa armadilha na comunicação, use um pouco de spray de cabelo para domar os fly-aways, e fazer um esforço para não brincar com o cabelo.

Não seja uma cabeça de balanço. Pense no cãozinho animal de estimação que você tinha quando era criança. Quando o filhote está curioso sobre algo, ele inclina a cabeça para olhar para você. As mulheres fazem isso também, e isso pode ser bonitinho, mas de acordo com Goman, é também um sinal de submissão. Quando inclinar a nossa cabeça ao ouvir alguém, podemos transmitir compaixão ou receptividade, mas também pode transmitir fraqueza e podemos não ser levado tão a sério como uma líder. Portanto, tente olhar para a frente!

Quantas vezes você já esteve em uma sala lotada e tentou falar com uma pessoa só para ver seus olhos encararem você, enquanto ela estava olhando para a próxima pessoa a falar? É imprudente e, sinceramente, sinaliza que a pessoa está fechada para suas idéias. Evite essa armadilha, mantendo um olhar direto, que transmite presença, e a confiança que temos. Para ajudá-la, intencionalmente tente sempre lembrar a cor dos olhos da pessoa.

Fale baixo ou alto? De acordo com Goman, as mulheres geralmente usam cinco tons verbais quando falam enquanto homens usam em média 3 tons. Podemos usar o tom de voz para transmitir nossas emoções, mas também nossos pensamentos. Muitas vezes, nós mulheres, aplicamos tons nas frases finais, quase como se estivéssemos fazendo uma pergunta, quando na verdade estamos fazendo uma declaração. Para garantir que as nossas instruções declarativas permaneçam assertivas, Goman sugere, "usar o arco autoritário, em que a sua voz começa em uma nota, sobe de tom com a frase e desce de volta no final."

Cada ambiente de trabalho exige diferentes modus operandi, é claro, mas os truques de Goman são úteis para ganhar mais respeito e nutrir relações mais produtivas de trabalho. Então por que não guarda estas pequenas jóias e começa lentamente implementá-las no trabalho? Talvez elas possam ajudá-la a conquistar aquela promoção que você sempre sonhou. Como mostra a pesquisa de Goman, podemos falar muito sem dizer uma palavra.


Fonte (com adaptações): Verily Magazine mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Olhos provam estado hipnótico

“Deite-se, feche seus olhos e conte até dez.
Você vai começar a sentir sono, muito sono…”. 



Este método para hipnotizar pessoas é muito popular nos filmes, mas não é necessário usar tantas palavras: basta um gatilho para deixar a pessoa neste estado.

A mulher do vídeo mergulha em um estado hipnótico depois de ouvir a palavra “hypno”. Durante a transição, seus olhos não piscam e perdem o foco. Ela não faz mais nada, a não ser que a mandem fazer.


Há mais de um século, cientistas têm debatido a existência de um verdadeiro estado hipnótico, marcado por mudanças fisiológicas no cérebro que resulta em mudanças comportamentais. Para mostrar que esse estado não é algo que as pessoas podem fingir, pesquisadores compararam o olhar fixo da mulher neste vídeo com o de 14 outros indivíduos que foram instruídos a tentar recriar as mudanças no tamanho da pupila, a não piscarem e terem uma visão fixada como a da mulher hipnotizada.

Por mais que eles tentassem imitar os movimentos dos olhos, nenhum dos indivíduos foi capaz de fazer isso com precisão, porque estavam conscientes. Alterar o tamanho da pupila não é algo que as pessoas podem fazer apenas por sua vontade.

Os cientistas descobriram que durante a hipnose, a área frontal foi quase perfeitamente desligada do resto do cérebro. O lobo frontal do cérebro é uma área que desempenha um papel crucial na atenção e comportamentos, assim como movimentos oculares. No estudo, os cientistas tiveram que fazer pausas para que a moça do vídeo não ficasse com os olhos muito secos. Ela não piscava, a não ser que alguém a lembrasse de fazer isso.


Fonte: Hype Science

Dica do meu amigo, Ed Rocha. mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Nativo - 13/08/2013

De frente para a praia da Barra.


Um público animado e divertido.
Um show de mentalismo que surpreendeu a todos.





Mágica Sofisticada para Público Adulto






E vem mais por aí!

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Segundo relatório, morte de engenheiros pode estar ligados a ataques psíquicos

Um relatório da Comissão de Inspeção do Gabinete do Primeiro-Ministro da Turquia chegou à conclusão de que as mortes de quatro engenheiros que trabalhavam para uma indústria de defesa nacional podem ter sido provocadas por ataque telepático.


As mortes de quatro jovens engenheiros turcos, tudo dentro do espaço de 14 meses, durante 2006 e 2007, pode ser conectado a telepatia, de acordo com um relatório do Conselho de Administração do Primeiro Ministério turco de Inspeção.

Quatro engenheiros que trabalham para a defesa turca, a gigante Aselsan morreram em circunstâncias misteriosas e as quatro mortes foram registradas como suicídio.

Familiares céticos têm  questionado o caso, apesar de relatos de que os homens haviam sido submetidos a tratamento psicológico antes de morrer.

De acordo com o Today's Zaman, a investigação sobre as mortes dos homens, Hüseyin Başbilen, Halim Ünsem Ünal, Evrim Yançeken e Burhaneddin Volkan, sugere que as vítimas podem ter sido direcionadas a cometer suicídios por meio de telecinese, citando o trabalho realizado pela especialista em neuropsicologia,  Nevzat Tarhan.

Nevzat Tarhan pede que os promotores não desconsiderem a possibilidade de telepatia ser responsável a pelas dores de cabeça e distúrbios graves que podem ter levado os homens a tomarem as suas próprias vidas.

Um dos homens, Hüseyin Başbilen, foi encontrado morto em seu carro em agosto de 2006, Halim Ünal morreu com um tiro em janeiro de 2007, Evrim Yançeken caiu da varanda de seu apartamento no sexto andar, nove dias depois e, dois anos mais tarde, outro engenheiro da empresa, Burhanettin Volkan, supostamente, também se matou.

Pelo menos dois dos homens disseram estar trabalhando em um sistema de reconhecimento de aviões de guerra (amigo ou inimigo) na época de seus suicídios, um projeto que foi trazido ao debate durante o início do golpe de Ergenekon que gerou um número significativo de  presos por uma suposta conspiração para derrubar o governo.

Hurriyet Daily News cita Nevzat Tarhan dizendo que as dores de cabeça e angústia nesses homens podem ter sido enviados por ondas cerebrais a 1,5 km de distância (pouco menos de uma milha).

O relatório, que foi enviado ao Gabinete do Procurador-Geral de Ancara para uma investigação mais aprofundada, não chega a qualquer conclusão se as mortes foram assassinatos ou suicídios.

Recentemente, o âncora e editor-chefe da emissora privada turca 24, Yiğit Bulut, afirmou que "certos poderes" estavam tentando matar o controverso primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan usando telecinese. Mr Bulut, embora amplamente ridicularizado pelos comentários, já foi nomeado como consultor chefe para Erdoğan.


Fonte: The Independent
Mais sobre o assunto: World Bulletin

Dica do meu amigo, Cristiano Requião. mentalismo mágica mentalista entretenimento adulto
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

La Carmelita - 08/08/2013

Uma adorável noite na Lapa.


Uma pizza deliciosa e um público cativante, a noite de ontem foi perfeita.
Como artista, nada é mais valioso do que o brilho nos olhos das pessoas.

Obrigado pela noite de ontem.

Alegrias, surpresas, encanto.  


Lamento de verdade o pessoal que não conseguiu entrar na casa (lotada).
Torço para que vocês consigam ver o próximo show.

Vocês são uma ótima parceria, La Carmelita.

O que mais impressionou vocês ontem?

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